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domingo, 30 de julho de 2017
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Se a sua mãe...
Sua mãe tem habilidades circenses?
Sua mãe sabe lançar facas? Espero que não...
Sua mãe sabe fazer mágicas? Desejo que sim. Quando eu era criança, achava que minha mãe sabia. Era fantástico!
Conheci uma mãe que certamente poderia trabalhar num circo.
E aí, resolvi escrever sobre ela e lancei pela Amazon o e-book Minha mãe é de circo. Acesse o link abaixo e compre o seu. O e-book tem a vantagem de ter o preço bem mais acessível. No caso, 6 reais.
https://www.amazon.com.br/Minha-m%C3%A3e-circo-Rosa-Dias-ebook/dp/B072HV1S2W/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1498485341&sr=8-1&keywords=Minha+mae+e+de+circo
Sua mãe sabe lançar facas? Espero que não...
Sua mãe sabe fazer mágicas? Desejo que sim. Quando eu era criança, achava que minha mãe sabia. Era fantástico!
Conheci uma mãe que certamente poderia trabalhar num circo.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
Minha inspiração para Minha mãe é de circo!
Por favor, não me interpretem como machista! Mas, estatisticamente, é uma verdade: são as mães na maioria das vezes que fazem malabarismos para cuidar de seus filhos e se haverem com tantos outros afazeres. Mas creio que esta distribuição familiar de tarefas vai se tornar mais igualitária com as próximas gerações. E eu trabalho para isso, como mãe e educadora.
Pois bem, voltando à inspiração!
Lembrei também da minha avó paterna,Conceição, que dizia que uma pessoa era de circo quando ela conseguia resolver situações bem difíceis, complicadas mesmo e sozinha. "Ah, se eu não fosse de circo!", costumava falar. É uma expressão parecida com o "se vira nos trinta!", usada atualmente.
Estes pensamentos combinados foram a inspiração para a escrita de Minha mãe é de circo! As ilustrações, simples, foram feitas por mim, um tempo depois, quando resolvi que ia deixar de ficar esperando o sim das editoras e, literalmente, tomar minhas histórias nas minhas mãos e escrevê-las como e quando quisesse.
E assim foi!
https://www.amazon.com.br/Minha-m%C3%A3e-circo-Rosa-Dias-ebook/dp/B072HV1S2W/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1495157901&sr=8-1&keywords=minha+m%C3%A3e+%C3%A9+de+circo
Estes pensamentos combinados foram a inspiração para a escrita de Minha mãe é de circo! As ilustrações, simples, foram feitas por mim, um tempo depois, quando resolvi que ia deixar de ficar esperando o sim das editoras e, literalmente, tomar minhas histórias nas minhas mãos e escrevê-las como e quando quisesse.
E assim foi!
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quinta-feira, 13 de abril de 2017
DOWNLOADING... carregando meu primeiro livro!
MEU QUERIDO BLOG... O INÍCIO DE TUDO, DAS CRÔNICAS, DA FEITURA DO MEU PRIMEIRO LIVRO! CRÔNICAS DE UMA TESTEMUNHA DE SEU TEMPO REÚNE MUITAS DAS CRÔNICAS ESCRITAS PARA ESTE BLOG AO LONGO DESTES ANOS. TEMPORARIAMENTE, ELAS FORAM TIRADAS DAQUI, MAS VOCÊ PODERÁ ENCONTRÁ-LAS NO MEU LIVRO, QUE SERÁ LANÇADO EM BREVE. AGUARDE!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Minhas crônicas no Bistrô Coruja's!
Olá!!! Tenho andado extremamente sumida, arrastando a culpa de não postar uma mísera crônica neste meu cafofo literário querido há muuuuuiiiiiito tempo! Não tenho conseguido! Não é falta de inspiração, ao contrário, é falta de tempo. Ok, sei que tempo é relativo e realmente tenho priorizado outras atividades que não a escrita de minhas crônicas, testemunhas de meu tempo e do meu olhar para a vida que me cerca, dentro e fora.
Mas... eis que surge Gisele, amiga querida com quem não trabalho faz tempo e de quem sempre sinto saudades. Sabe aquele tipo de pessoa que você fica um tempão sem ver e quando vê, parece que viu ontem? Pois é... Gisele também escreve, tem um blog e quer compartilhar com o mundo o que pensa e sente. Ela me convidou para fazermos isso juntas, chamando um monte de amigos para nosso sarau no bistrô Coruja's, além dos simpáticos desconhecidos que lá estarão. Ah, ainda terá o momento "plateia talentosa": quem quiser, na segunda parte do sarau, poderá ler/dizer produções suas!
Entre uma crônica e outra, haverá música, comidinhas, bebidinhas e um clima maravilhoso! Dia, local e hora estão no cartaz! Todos convidados!
Acho que este era o empurrão que faltava para eu voltar a escrever! Aguardem!
sexta-feira, 7 de março de 2014
TOP BLOG 2013-2014
Olá, gente bonita!!! Quero agradecer de verdade pelos votos recebidos no concurso Top Blog 2013-2014. Passei pela primeira fase, que era do voto popular e fiquei entre os 100 (100!) melhores (MELHORES!) blogs na categoria Literatura profissional (profissional!!!). A fase seguinte é do juri técnico. Não sei se passarei por ela, pois o filtro é mais severo, porém já estou muito feliz de, pelo segundo ano consecutivo, fazer parte do seleto grupo dos Top100.
E agradeço a todos que acreditam no meu trabalho e torcem por mim. Espero continuar a merecer suas visitas e a ofertar um pouco de beleza, cor, alegria e reflexão para vocês. Muito obrigada mesmo!!!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Noites cariocas - resenha crítica
Esta resenha crítica que compartilho com vocês foi inscrita no concurso da Biblioteca do Professor, da Secretaria Municipal de Educação. Não fui selecionada, mas gostei muito do resultado. Então, aqui está ela postada no meu blog, reino onde sou soberana!
“Noites Cariocas” é, ao mesmo tempo, um
livro autobiográfico, onde o autor fala de seus amores, sucessos e fracassos e
um registro histórico ricamente detalhado sobre a música brasileira do fim dos
anos 50 ao início dos anos 90, escrito por quem viveu intensamente este
período. Logo no começo, devo deixar bem claro: ai, que inveja do Nelson Motta!
Que vontade de ter tido, como ele, uma relação tão estreita com fatos e
personalidades que só posso conhecer através de livros, revistas, TV e sites de
busca...
Nelson Motta inicia o livro confessando
o impensável: “Eu não gostava de música”.
Aos 13 anos, não gostava das músicas que ouvia no rádio, melodramáticos boleros
e sambas-canções que nada diziam para aquele garoto de classe média de
Copacabana. Porém, em 1958 ouviu “Chega de saudade”, de João Gilberto. João
Gilberto era o representante maior da Bossa Nova, um ritmo diferente de tudo
que já havia sido tocado, intimista, moderno e que traduzia o Rio de Janeiro
que era tão familiar a Nelson Motta. A partir daí, o jovem Nelson decide que a
música entraria em sua vida e lá permaneceria, para sempre. Percorreu longo
caminho, das frustrantes aulas de violão até a trajetória de sucesso como
jornalista, produtor, compositor, diretor artístico, crítico musical, entre
outras funções.
Credito boa parte do sucesso do livro à
relação que o autor estabelece entre o momento histórico e político e o
panorama musical. Faz muito sentido, por exemplo, quando Nelson Motta (ou
Nelsomotta, como dizia Tim Maia) fala dos festivais dos anos 60, verdadeiras
arenas de amor e ódio, onde quem não cantava o que a platéia queria ouvir
(músicas engajadas, na sua maioria) era lançado às chamas do inferno dos
alienados. Afinal, se em tempos de repressão a liberdade de expressão era
proibida e combatida das mais diversas formas, as arquibancadas dos festivais
eram terreno livre onde se podia discordar, xingar e vaiar, ainda que os alvos
fossem clássicos da música brasileira, como “Sabiá”, de Chico Buarque e Tom
Jobim e “Alegria, alegria”, de Caetano Veloso.
Nesta “batida” são apresentados os anos
70, o desbunde e a perseguição aos artistas, sejam aqueles que desafiavam a
ditadura, sejam aqueles que dela se aproveitavam ou procuravam manter-se alheios
a ela; os anos 80 e seu rock BR debochado e alienado (afinal, somos a Geração
Coca-Cola que o Legião Urbana cantou), surgindo na onda da redemocratização e,
por fim, os famigerados anos 90 da era Collor, do impeachment e da invasão da
música sertaneja, tomando espaço dos grandes nomes da MPB nas gravadoras e nas
rádios.
Além da dobradinha sensacional entre
música e política, o humor permeia a maioria das histórias e é garantia de
muitas risadas, como quando fala do Big Boy, o maior disc-jockey da história do
rádio brasileiro, que por muito tempo foi a personalidade secreta do professor
de Geografia do Colégio de Aplicação da Lagoa Newton Duarte: “Tímido e tenso, gorducho e sorridente,
Newton Duarte se transformava diante do microfone. Sua voz metálica metralhava
palavras em ritmo vertiginoso e espantosa precisão, criava gírias e novas
expressões e apresentava aos jovens cariocas as últimas novidades do rock
internacional”. Pela manhã, dava aulas. À tarde, transformava-se no Big Boy
diante do microfone da Rádio Nacional. Por algum tempo seguiu em sua vida dupla
até que um dia, no meio de uma tediosa aula, o professor Newton, sempre de
paletó e gravata e carregando uma misteriosa e pesadíssima pasta que nunca
abria, parou sua preleção e soltou seu grito de guerra como Big Boy__ “Hello, crazy people!”. Os alunos,
muitos deles fãs do Big Boy, ficaram enlouquecidos, jogando cadernos e livros
para o alto. “Arrancando a gravata e
tirando o paletó, o professor Newton abriu sua famosa pasta e começou a jogar
discos, discos e mais discos para os alunos, “Discos para todos!”, gritava e
gargalhava histericamente, falando vertiginosamente uma torrente de loucuras e
proclamando que sua verdadeira identidade era Big Boy e que o professor Newton
estava morto. A porta se abriu e ele foi interrompido pelo diretor furioso,
pediu demissão no ato e saiu ovacionado pelos alunos.” Se a moda pega...
Porém, quando o autor fala da sua
estadia na Itália em 1983, para expurgar-se da bebida, da cocaína e do fim
abrupto de um amor, a narrativa fica meio morna. Apesar de fazer parte de suas
memórias, ser uma fase da vida do autor, não me despertou muito interesse, pois
o fascínio do livro é ser o retrato de um grande momento da música brasileira e
de seus personagens. No entanto, faz parte do “pacote” e a vida é assim, cheia
de altos e baixos...
Bem, nem preciso dizer que recomendo a
leitura deste livro. Mais ainda, quero compartilhar com vocês a minha história
com “Noites Cariocas”, o quanto eu quis lê-lo. Ele não foi o livro que recebi
na época da distribuição na minha escola. Quando eu fui à secretaria, já não
tinha mais exemplares dele ... Quase dois anos depois, eu estava trabalhando na
5ª Coordenadoria de Educação e encontrei na biblioteca montada na GED dois exemplares
de “Noites Tropicais”! Ofereci um outro livro da Biblioteca do Professor que eu
tinha, o qual não constava do acervo da GED e, em troca, recebi um exemplar de
“Noites Tropicais”!
Levei para casa o livro apertado ao
peito e na folha de rosto escrevi a dedicatória: Um livro conquistado!
jan/2012
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Queridos, quero divulgar minha oficina "ERA UMA VEZ... NA ERA DA INTERNET! __ a atualidade dos contos de fadas". Ele acontecerá nos sábados de maio (4, 11, 18 e 25), de 15:00 às 18:00, no Centro Cultural da Justiça Federal. Uma vitória e tanto! Como a propaganda é a alma do negócio, peço que divulguem, se puderem, para todos que possam ter interesse na oficina. Ai vão as informações:
* OBJETIVO: discutir a atualidade dos contos de fadas em tempos de priorização dos avanços tecnológicos, e instrumentalizar contadores de histórias e afins a contar histórias de forma criativa e envolvente. Contar contos de fadas é necessário, como também é necessário instrumentalizar artisticamente aqueles que desejam abraçar a tarefa de não deixar morrer as histórias que compõem uma boa parte do legado cultural da humanidade, para que o façam com prazer e excelência.
* PROGRAMA:- Os Contos de Fadas:- Onde os contos de Fadas surgiram / Origens / Fontes
- Contadores de histórias célebres
- Contos de Fadas e mundo digital: há convivência possível?
- Características dos contos de fadas
- Aspectos psicológicos dos contos de fadas
- Atividades lúdicas / Dinâmicas de grupo
- Morfologia dos Contos
- Contação de histórias
- Estudo de contos e preparação para contação
- Apostila e bibliografia
- Entrega de certificados
*MINISTRANTE: Rosa Dias (professora de Sala de Leitura/SMERJ, formação em Psicologia, atriz e contadora de histórias)
* INVESTIMENTO: R$100,00
* INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: rosmnd@bol.com.br
http://www.ccjf.trf2.gov.br/
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
MUITO, MUITO FELIZ POR ESTAR ENTRE OS FINALISTAS DA CATEGORIA LITERATURA, GRUPO PROFISSIONAIS (OH!). REALMENTE, SEM NENHUMA DEMAGOGIA, NÃO ESPERAVA MESMO, ANO PASSADO NÃO CONSEGUI... MAS ESTE ANO A HISTÓRIA É OUTRA!!!
PORTANTO, VENHO HUMILDEMENTE PEDIR SEU VOTO! NOVAMENTE! E DO SEU AMIGO, DA SUA MÃE, DO SEU FILHO, DA SUA EMPREGADA, DO SEU VIZINHO... A QUEM QUISER ME DAR A DÁDIVA DE UM VOTO, SEREI IMENSAMENTE GRATA! ALIÁS, UM NÃO, TRÊS, POIS PODE-SE VOTAR POR E-MAIL, FACEBOOK E TWITTER!
DE UMA FORMA OU DE OUTRA, SEMPRE ESTAREI AQUI, COMO SEMPRE ESTIVE, NESTES 3 ANOS DE EXISTÊNCIA DO BLOG, DESEJANDO COMPARTILHAR COM VOCÊ MEUS PENSAMENTOS E IMPRESSÕES E FELIZ QUANDO SEI QUE O QUE ESCREVO AFETA (ENTENDA-SE, MEXE COM OS AFETOS) DE QUEM ESTÁ DIANTE DA TELA. BEIJOS, BEIJOS, BEIJOS!!!
MAIS UM PASSO, MAIS UMA VITÓRIA!!! ESTA É A FILIPETA DO ESPETÁCULO. GUARDEM AS DATAS: 10 E 11 DE NOVEMBRO! QUEM QUISER E PUDER, VÁ ASSISTIR PARA RIR E SE EMOCIONAR COM HISTÓRIAS DA NIGÉRIA, RÚSSIA, BRASIL, PORTUGAL E PAQUISTÃO QUE FALAM DE UM TEMA ESPECIAL NA VIDA DE TODOS NÓS: MÃE ! LEVE A SUA! DIVERSÃO PARA TODA A FAMÍLIA!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A estreia foi show!!!
Como podem ver pelas fotos ao lado, a apresentação foi muito linda, bem acima das minhas expectativas! Foi, para mim, um momento mágico, de materialização de um sonho acalentado há tanto tempo.
Alguns acertos e ajustes são necessários, mas o que vale, o que importa, foi que eu me senti em contato com as pessoas que me assistiam, crianças e adultos, via a presença deles pelo olhar, me comuniquei, apresentei cada uma daquelas maravilhosas mães do espetáculo, disse (e cantei e dancei!) tudo o que queria.
Foi bom demais!!!
E, se Deus quiser, outras apresentações virão. Manterei a todos informados.
Obrigada pela torcida, dos amigos de carne e osso e daqueles que não precisam de nada disso para continuar a demonstrar seu afeto!
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
MÃE É...
Nos tempos da faculdade, tive uma professora de Sociologia que dizia gostar de ler a biografia dos grandes pensadores, porque a partir da vida de cada um, era possível entender melhor suas obras.
Concordo plenamente, pois damos sentido ao mundo partindo de nossas experiências, do que nos é familiar. Mesmo para chegar ao novo, o ponto de partida é o conhecido e esta afirmação serve tanto para aqueles que deixaram sua marca na História, como para nós, pobres mortais.
Eu, por exemplo, tenho claro o quanto o fato de ter mãe e o fato de ser mãe influenciaram em minhas escolhas: sou professora como minha mãe foi, busquei atividades que privilegiam o cuidado e o envolvimento com crianças e adultos de um modo geral, tenho evitado compromissos profissionais que me tomem grande parte do tempo e me impeçam de exercer a deliciosa tarefa de lamber e educar minhas crias.
“Bem, mãe todo mundo tem! Até aí você não falou nada!” __ protestarão alguns. Acalmai-vos! É justamente neste ponto que eu quero chegar: a marca singular e perene que esta primeira ligação afetiva deixa em todos nós. Nem aqueles que viveram a ausência física e/ou psicológica da mãe escapam deste caminho certo. Em se tratando de mãe, a ausência é tão marcante quanto a presença. Aliás, sofrer de falta de mãe deve ser uma das piores dores.
Para mim, mãe é uma força da natureza. Para o bem e para o mal. Os psicoterapeutas que o digam. Ninguém passa em brancas nuvens por uma mãe. E nenhuma mulher é a mesma depois de ser mãe.
Vejam alguns exemplos desta relação tão vívida: a pop star Madonna (que tem o mesmo nome da mãe) já afirmou várias vezes que a morte materna prematura _ a pequena Madonna tinha 5 anos _ teve uma forte relação com sua necessidade de se destacar, de se afirmar. Sócrates, o grande filósofo que dizia saber que nada sabia, tinha como método perguntar, perguntar até que o interlocutor chegasse às suas próprias conclusões. Seu método chamava-se maiêutica ou parto das idéias, em clara referência à sua mãe que era... parteira! Henfil, jornalista e cartunista, dizia que quem tem mãe não tem medo. A não ser da própria... Nos contos de fadas, as mães, que morrem cedo e suas arquiinimigas, as madrastas, povoam o imaginário infantil e são um campo fértil para projeções de amor e ódio. Por fim, assistindo ao Rock in Rio, ouço Ivete Sangalo, cantora consagrada, admirada, dizer para quem quisesse ouvir: “Meu filho, a mamãe nasceu para te esperar!” . Precisa mais?
Por tudo dito e exposto aqui, afirmo que o tema maternidade sempre me interessou muito e não por acaso foi ele o norteador da escolha das histórias do meu espetáculo “De Mãe Para Filho __ Histórias de vários países que têm em comum o amor de mãe”, que vai estrear dia 12 de outubro, dia das Crianças, no SESC Tijuca. Data melhor que esta, só o dia das Mães.
No espetáculo, conto histórias da Tradição Oral da Nigéria, Rússia, Brasil, Portugal, Grécia e Paquistão. Em cada história, uma faceta do universo materno: a mãe sempre presente, mesmo na ausência; a mãe que dá a vida pelos filhos, a mãe que dribla as dificuldades com humor e esperteza; a mãe que sabe a hora de agir; a mãe que não aceita que os filhos cresçam; a mãe que não se intimida com nada nem com ninguém na defesa do filho. Não lhes parecem familiares?
A idéia é essa: que quem for assistir à peça, se reconheça ou reconheça sua mãe em uma ou mais daquelas mães, que ria e se emocione com as histórias e que seja tocado pela força do amor materno, diante do qual todos os temores se apagam e tudo o que é justo e bom está fadado a frutificar.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Amigos do Japão
Quando olho o painel de estatísticas do blog, vejo os acessos que veem do Brasil e de outras partes do planeta (que chique!). E fico emocionada nestas últimas semanas pelos acessos vindos do Japão. Serão de brasileiros que querem, através do blog, estreitar o contato com o saudoso país de origem em meio a tantas dificuldades? Quaisquer que sejam os motivos, fico comovida e envio para todos meu carinho, a fé de que nada é por acaso e a crença na capacidade de superação humana.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Jornada Pedagógica da Educação Infantil
Dia 17/12/2010 foi o encerramento da Jornada Pedagógica da Educação Infantil, na Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. A Jornada PedEI foi organizada pela Gerência de Educação Infantil e foi um luxo! Palmas para Simone Souza, Dayse Malagole, Beth Martini, Elaine e toda a equipe!
Houve várias apresentações artísticas e eu, como podem ver, fui lá contar histórias. Contei A Libélula, um conto da Tradição Oral e Para Escrever Em 2011, uma crônica que escrevi neste blog, originalmente com o título Para Escrever Em 2009 (os desejos continuam atuais...)
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