Translate!
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
MUITO, MUITO FELIZ POR ESTAR ENTRE OS FINALISTAS DA CATEGORIA LITERATURA, GRUPO PROFISSIONAIS (OH!). REALMENTE, SEM NENHUMA DEMAGOGIA, NÃO ESPERAVA MESMO, ANO PASSADO NÃO CONSEGUI... MAS ESTE ANO A HISTÓRIA É OUTRA!!!
PORTANTO, VENHO HUMILDEMENTE PEDIR SEU VOTO! NOVAMENTE! E DO SEU AMIGO, DA SUA MÃE, DO SEU FILHO, DA SUA EMPREGADA, DO SEU VIZINHO... A QUEM QUISER ME DAR A DÁDIVA DE UM VOTO, SEREI IMENSAMENTE GRATA! ALIÁS, UM NÃO, TRÊS, POIS PODE-SE VOTAR POR E-MAIL, FACEBOOK E TWITTER!
DE UMA FORMA OU DE OUTRA, SEMPRE ESTAREI AQUI, COMO SEMPRE ESTIVE, NESTES 3 ANOS DE EXISTÊNCIA DO BLOG, DESEJANDO COMPARTILHAR COM VOCÊ MEUS PENSAMENTOS E IMPRESSÕES E FELIZ QUANDO SEI QUE O QUE ESCREVO AFETA (ENTENDA-SE, MEXE COM OS AFETOS) DE QUEM ESTÁ DIANTE DA TELA. BEIJOS, BEIJOS, BEIJOS!!!
MAIS UM PASSO, MAIS UMA VITÓRIA!!! ESTA É A FILIPETA DO ESPETÁCULO. GUARDEM AS DATAS: 10 E 11 DE NOVEMBRO! QUEM QUISER E PUDER, VÁ ASSISTIR PARA RIR E SE EMOCIONAR COM HISTÓRIAS DA NIGÉRIA, RÚSSIA, BRASIL, PORTUGAL E PAQUISTÃO QUE FALAM DE UM TEMA ESPECIAL NA VIDA DE TODOS NÓS: MÃE ! LEVE A SUA! DIVERSÃO PARA TODA A FAMÍLIA!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A estreia foi show!!!
Como podem ver pelas fotos ao lado, a apresentação foi muito linda, bem acima das minhas expectativas! Foi, para mim, um momento mágico, de materialização de um sonho acalentado há tanto tempo.
Alguns acertos e ajustes são necessários, mas o que vale, o que importa, foi que eu me senti em contato com as pessoas que me assistiam, crianças e adultos, via a presença deles pelo olhar, me comuniquei, apresentei cada uma daquelas maravilhosas mães do espetáculo, disse (e cantei e dancei!) tudo o que queria.
Foi bom demais!!!
E, se Deus quiser, outras apresentações virão. Manterei a todos informados.
Obrigada pela torcida, dos amigos de carne e osso e daqueles que não precisam de nada disso para continuar a demonstrar seu afeto!
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
MÃE É...
Nos tempos da faculdade, tive uma professora de Sociologia que dizia gostar de ler a biografia dos grandes pensadores, porque a partir da vida de cada um, era possível entender melhor suas obras.
Concordo plenamente, pois damos sentido ao mundo partindo de nossas experiências, do que nos é familiar. Mesmo para chegar ao novo, o ponto de partida é o conhecido e esta afirmação serve tanto para aqueles que deixaram sua marca na História, como para nós, pobres mortais.
Eu, por exemplo, tenho claro o quanto o fato de ter mãe e o fato de ser mãe influenciaram em minhas escolhas: sou professora como minha mãe foi, busquei atividades que privilegiam o cuidado e o envolvimento com crianças e adultos de um modo geral, tenho evitado compromissos profissionais que me tomem grande parte do tempo e me impeçam de exercer a deliciosa tarefa de lamber e educar minhas crias.
“Bem, mãe todo mundo tem! Até aí você não falou nada!” __ protestarão alguns. Acalmai-vos! É justamente neste ponto que eu quero chegar: a marca singular e perene que esta primeira ligação afetiva deixa em todos nós. Nem aqueles que viveram a ausência física e/ou psicológica da mãe escapam deste caminho certo. Em se tratando de mãe, a ausência é tão marcante quanto a presença. Aliás, sofrer de falta de mãe deve ser uma das piores dores.
Para mim, mãe é uma força da natureza. Para o bem e para o mal. Os psicoterapeutas que o digam. Ninguém passa em brancas nuvens por uma mãe. E nenhuma mulher é a mesma depois de ser mãe.
Vejam alguns exemplos desta relação tão vívida: a pop star Madonna (que tem o mesmo nome da mãe) já afirmou várias vezes que a morte materna prematura _ a pequena Madonna tinha 5 anos _ teve uma forte relação com sua necessidade de se destacar, de se afirmar. Sócrates, o grande filósofo que dizia saber que nada sabia, tinha como método perguntar, perguntar até que o interlocutor chegasse às suas próprias conclusões. Seu método chamava-se maiêutica ou parto das idéias, em clara referência à sua mãe que era... parteira! Henfil, jornalista e cartunista, dizia que quem tem mãe não tem medo. A não ser da própria... Nos contos de fadas, as mães, que morrem cedo e suas arquiinimigas, as madrastas, povoam o imaginário infantil e são um campo fértil para projeções de amor e ódio. Por fim, assistindo ao Rock in Rio, ouço Ivete Sangalo, cantora consagrada, admirada, dizer para quem quisesse ouvir: “Meu filho, a mamãe nasceu para te esperar!” . Precisa mais?
Por tudo dito e exposto aqui, afirmo que o tema maternidade sempre me interessou muito e não por acaso foi ele o norteador da escolha das histórias do meu espetáculo “De Mãe Para Filho __ Histórias de vários países que têm em comum o amor de mãe”, que vai estrear dia 12 de outubro, dia das Crianças, no SESC Tijuca. Data melhor que esta, só o dia das Mães.
No espetáculo, conto histórias da Tradição Oral da Nigéria, Rússia, Brasil, Portugal, Grécia e Paquistão. Em cada história, uma faceta do universo materno: a mãe sempre presente, mesmo na ausência; a mãe que dá a vida pelos filhos, a mãe que dribla as dificuldades com humor e esperteza; a mãe que sabe a hora de agir; a mãe que não aceita que os filhos cresçam; a mãe que não se intimida com nada nem com ninguém na defesa do filho. Não lhes parecem familiares?
A idéia é essa: que quem for assistir à peça, se reconheça ou reconheça sua mãe em uma ou mais daquelas mães, que ria e se emocione com as histórias e que seja tocado pela força do amor materno, diante do qual todos os temores se apagam e tudo o que é justo e bom está fadado a frutificar.
Assinar:
Postagens (Atom)

